Muito curioso, veja tal situação:
Você não tem dinheiro para fazer um Empreendimento.
Quer construí-lo e viver de renda.
Aliás, para não dizer que não tem nada, você tem parte de um “terreno”, que não te pertence na totalidade. Metade dele é do vizinho.
Pensa e chega à conclusão!
Vou me associar ao “vizinho”.
Mais eu não tenho dinheiro? Não tem nada não!
Ele “o vizinho” vai me emprestar.
O mais legal de tudo, com riscos no nome dele, “do vizinho”.
E mais ainda, vou pagá-lo com o valor do aluguel que ganharei após a construção do nosso empreendimento, feito com o dinheiro do meu vizinho, é claro!
Nossa! Que mundo ideal, maravilhoso.
È verdade, isso aconteceu.
Sabe quem teve essa chance em 1970? O Paraguai!
E sabe com quem? Com o Brasil!
Sabe para fazer o que? Itaipú!
É minha gente, agora que o empreendimento já está pronto. Aliás, há muito tempo.
E que já recebe pelo aluguel, e com “ele” paga sua conta, subsidiada pelo Brasil.
Então, devemos renegociar. Embora, o contrato tenha vigência de 50 anos.
Lembrem-se, o valor foi emprestado pelo “Tesouro Nacional”, do Brasil. Ou seja, por todos nós.
Que tal revermos nossas dívidas, diz o Paraguai.
Afinal, acho que vocês me devem mais. Contrato e tratado, isso vale de que?
Afinal, temos um novo governo, para variar de “esquerda” populista.
Sendo assim, até eu quero!
Alguém aí quer financiar meus empreendimentos?
Não pago nada. Recebo pelo que você me emprestou, e acima de tudo, quero rever meus direitos. Afinal, não quero se amigo dos imperialistas.
Ah Brasil, como você me fascina!
E a gente, que conhecia apenas a Feira do Paraguai!
Risos!
Você não tem dinheiro para fazer um Empreendimento.
Quer construí-lo e viver de renda.
Aliás, para não dizer que não tem nada, você tem parte de um “terreno”, que não te pertence na totalidade. Metade dele é do vizinho.
Pensa e chega à conclusão!
Vou me associar ao “vizinho”.
Mais eu não tenho dinheiro? Não tem nada não!
Ele “o vizinho” vai me emprestar.
O mais legal de tudo, com riscos no nome dele, “do vizinho”.
E mais ainda, vou pagá-lo com o valor do aluguel que ganharei após a construção do nosso empreendimento, feito com o dinheiro do meu vizinho, é claro!
Nossa! Que mundo ideal, maravilhoso.
È verdade, isso aconteceu.
Sabe quem teve essa chance em 1970? O Paraguai!
E sabe com quem? Com o Brasil!
Sabe para fazer o que? Itaipú!
É minha gente, agora que o empreendimento já está pronto. Aliás, há muito tempo.
E que já recebe pelo aluguel, e com “ele” paga sua conta, subsidiada pelo Brasil.
Então, devemos renegociar. Embora, o contrato tenha vigência de 50 anos.
Lembrem-se, o valor foi emprestado pelo “Tesouro Nacional”, do Brasil. Ou seja, por todos nós.
Que tal revermos nossas dívidas, diz o Paraguai.
Afinal, acho que vocês me devem mais. Contrato e tratado, isso vale de que?
Afinal, temos um novo governo, para variar de “esquerda” populista.
Sendo assim, até eu quero!
Alguém aí quer financiar meus empreendimentos?
Não pago nada. Recebo pelo que você me emprestou, e acima de tudo, quero rever meus direitos. Afinal, não quero se amigo dos imperialistas.
Ah Brasil, como você me fascina!
E a gente, que conhecia apenas a Feira do Paraguai!
Risos!
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