sexta-feira, 25 de abril de 2008

Alunos, professores e as IES* – Parte III

Que tal pensarmos em um curso superior em Y. È verdade. Podemos imaginar um Técnico de Nível Superior de três anos. Com disciplinas pontuais. Que estejam próximas das necessidades das empresas. Com aulas nas segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras. Com pelo menos um dia, de intervalo, para exercícios práticos. Com três horas efetivas de aula. Aula de verdade.
Ou ainda um curso de seis anos, para aqueles que queiram ir para área acadêmica, para pesquisa. Também, com aulas nas segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras. Com pelo menos um dia, de intervalo, para exercícios práticos. Com três horas efetivas de aula. Aula de verdade.
Bem, tanto no primeiro caso, quanto no segundo, ambos demandam assumir a deficiência do aluno, da falta de base do mesmo. Assim, mesmo que sejam necessárias sucessivas reprovações e/ou reforço, isso deve acontecer sem ser visto como um custo adicional. Assumido pelos alunos, professores e a própria IES. Talvez assim, com tempo e postura possamos ter uma formação de fato superior.
* Instituições de Ensino Superior - IES

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